A
FENASPE EXIGE A SOLUÇÃO DOS PONTOS CRITICOS
DA PETROS.
A
FENASPE exige que a patrocinadora (PETROBRÁS) salde
o Plano Petros já que foi ela que administrou sozinha
o plano e os déficits acumulados são de
responsabilidade das gestões que foram indicados
pela PETROBRÁS. As associações sempre
lutaram e agora com a Federação (FENASPE)
não abre mão do equacionamento dos déficits
do Plano e exige a participação dos mantenedores
na gestão da Petros.
As Associações e agora a FENASPE ao longo
dos anos vem reinvidicando junto a Petrobrás/Petros
a solução desses problemas o qual chamamos
de Pontos críticos abaixo enumerados:
1.
Cláusulas 33-45 dos ACT - 85/86 e 86/87
2. Pensionistas - art. 31 - RPB - Petros
3. Pré 70
4. Pré-existentes
5. Retardatários da inscrição tardia
de 1994
6. As perdas salariais
7. Grupo 78/79 - limite de idade;
8. Teto do salário de participação
após 82
9. Resolução 33
10.Separação de Massas
Estes
compromissos não foram tratados adequadamente pelas
direções da Petrobrás/Petros criando
um clima de tensão entre os aposentados - pensionistas
que se sentiram apoiados só pelas associações,
que não eram levadas em consideração,
apenas eram tratados com educação, mas que
de concreto não resolvia nada, o tempo está
passando e continuamos como antes, daí a necessidade
da criação da Federação que
mais cedo ou mais tarde terá de ser reconhecida
como representante de mais de 60.000 mantenedores da Petros,
o numero com certeza é expressivo, junto com os
aposentados, pensionistas, privatizadas e anistiados.
A China está sendo reconhecida pela superpopulação,
se cada chinês acender um fósforo ao mesmo
tempo serão 1.400.000.000 de fósforos acesos,
incendiará qualquer floresta; mais de 60.000 mantenedores
juntos com o mesmo pensamento muda qualquer Plano que
vier, e elege todos os conselhos.
A FENASPE já tentou por várias vezes, através
de documentos, audiências com o presidente da Petrobrás,
para através desta reunião chegar a um consenso
que seja bom para todos, até hoje não nos
foi dado nenhuma satisfação, lembrem-se
somos mais de 60000 estes numero é expressivo.
O velho Sindicalismo citado em algum jornal foi exatamente
o que lutou e conseguiram o que ainda hoje acrescenta
o salário dos trabalhadores da ativa os benefícios
de aposentados e pensionistas.
Citaremos algumas destas vantagens:
a) Periculosidade;
b) Turno Noturno;
c) HR-A (Hora repouso almoço)
d) PL
e) AMS.
Além disto, deixou patrimônios com sedes
de sindicatos suntuosas.
E agora o que deixarão para as futuras gerações?
Menos empregados na Petrobrás?
Mais terceirização?
Poder aquisitivo menor?
Aposentadoria com mais tempo de serviço?
E a aposentadoria especial?
Quais as vantagens financeiras no contracheque vão
deixar?
Diz um velho ditado que as coisas boas não se mudam,
que a tática do time que ganha não muda.
Porque mudar de plano?
Menos de três anos fez com que a cabeça dos
que defendia o que era bom, mudaram para defender em causa
própria.
O conselheiro eleito pela categoria continua sendo respeitado
e a Fenaspe dará todo apoio jurídico logístico
necessário para que eles continuem defendendo os
nossos direitos e se possível ampliando-os.
O parecer do Conselho Fiscal da Petros tem que ser respeitado.
Disseram que o Estatuto e a direção da Fenaspe
não foram eleitos democraticamente.
E as outras o são?
Delegados tirados de assembléias manipuladas por
grupos organizados e impostos é democracia?
Porquê não faz eleição em que
cada associado dos sindicatos vá as suas bases
votarem?
Isto sim é democracia.
O CDPP - Órgão criado para através
de pessoas do mais alto nível de interesse da categoria
- sentiu-se traído com a mudança de opinião
de um do conselheiro indicado por unanimidade que não
seguiu os princípios de comprometimento assinado.
Continuaremos lutando pelos interesses dos aposentados,
pensionistas e anistiados do sistema, trazendo para o
nosso grupo associações de pessoas que pensam
e agem como nós, estamos vivendo o presente, nunca
nos reportamos ao passado, só por necessidade de
responder a agressões verbais escritas vindas e
pessoas que estão descendo o Everest como no momento
atual.
AILTON TELES DE MOURA
Presidente da Fenaspe