06/07/2020

 

"Nosso compromisso é estabelecer uma relação de confiança com os beneficiários". Assim a advogada Paula Porto Pinto Barreto, gerente setorial de Governança e Societário da Petrobras, define o norte da área jurídica da associação que assumirá a gestão do plano de saúde da companhia a partir de 2021. Nesta entrevista, Paula explica que o modelo jurídico está sendo definido no processo de construção da estrutura organizacional da nova associação. "A composição do setor segue as boas práticas já estabelecidas no âmbito da autogestão de saúde suplementar. A principal melhoria, em relação ao modelo atual, será o atendimento célere, otimizado e especializado", adianta Paula.

Como será a estrutura jurídica da nova associação?  

A estrutura organizacional está em fase de construção e isso inclui o setor Jurídico. Com base em entrevistas, análises e benchmarking estamos desenhando o modelo jurídico que ainda será submetido à Alta Administração da Petrobras. O foco é a eficiência na gestão, com a equipe de fato necessária para conduzir essa atividade com responsabilidade, capaz de gerar a melhoria constante do plano de saúde e do atendimento aos beneficiários. A função do Jurídico é assegurar o assessoramento adequado à associação e acompanhar diretamente todos os processos judiciais e administrativos. A composição do setor segue as boas práticas já estabelecidas no âmbito da autogestão de saúde suplementar. A principal melhoria, em relação ao modelo atual, será o atendimento célere, otimizado e especializado. Hoje, o atendimento jurídico da AMS é difuso em diferentes áreas da Petrobras. A centralização e especialização resultarão em eficiência, que retornará para a gestão do plano de saúde e, consequentemente, para os beneficiários.

A que instâncias os beneficiários poderão recorrer se sentirem necessidade de acionar mecanismos jurídicos?

Como todo plano de saúde, a associação permanecerá sob regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que mantém mecanismos jurídicos próprios. Para prevenir o acionamento desta instância de regulação, a associação tem como meta a excelência no atendimento aos beneficiários, com agilidade e transparência. A expectativa é que o aprimoramento da gestão reduza as insatisfações, acelere as soluções e, assim, diminua a judicialização, o que é importante para todos os beneficiários, sobretudo no modelo de autogestão, em que os custos são divididos coletivamente.

Quais as estratégias para melhorar o atendimento ao beneficiário?

Nosso compromisso é estabelecer uma relação de confiança com os beneficiários. Para isso, vamos aprimorar os canais de atendimento e relacionamento, acolhendo com agilidade e presteza as solicitações. Estaremos preparados para fornecer aos beneficiários todo o suporte necessário nesse sentido, com atendimento personalizado, ágil e eficiente. O novo modelo de gestão proporcionará a modernização dos processos que temos hoje, com uso de tecnologias de ponta e a contratação de recursos humanos especializados. Dessa forma, será possível promover um atendimento individualizado e, portanto, mais eficiente para cada beneficiário, de acordo com suas demandas específicas.

Quem participa do processo de transição?

A equipe de transição é multidisciplinar, com a participação de empregados da Petrobras de diversas áreas. Há muito trabalho pela frente para que, com o comprometimento das equipes de transição e o apoio dos beneficiários, possamos ter uma AMS cada vez melhor.

 

Fonte : AMS Petrobras

29/06/2020

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